Brasil bate novo recorde de casos, ultrapassa Espanha em mortes e é o 5º com mais óbitos

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Pelo segundo dia seguido o Brasil registrou recorde de novos casos de infecção pela covid-19. Foram 26.928 nas últimas 24 horas e agora já são 465.166 pessoas contaminadas, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira pelo Ministério da Saúde.

O país registrou também, pelo quarto dia consecutivo, mais de mil mortes pelo coronavírus. Foram 1.124 óbitos incluídos desde a última atualização, elevando o total para 27.878. Com isso, o Brasil passou a ocupar a quinta posição no ranking mundial de países com mais óbitos pela doença, ultrapassando a Espanha.

Do total de óbitos confirmados, 331 ocorreram nos últimos três dias. O restante aconteceu em período anterior, mas só teve agora a confirmação. Dos casos confirmados, 247.812 (53,3%) estão em acompanhamento e 189.476 (40,7%) foram recuperados. Há ainda 4.245 óbitos sendo analisados.

Na lista das nações com mais mortes acumuladas, o Brasil agora só fica atrás de Estados Unidos (102.516), Reino Unido (38.243), Itália (33.229) e França (28.717), segundo dados da universidade americana Johns Hopkins.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (7.275). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (5.079), Ceará (2.859), Pará (2.827), Pernambuco (2.669) e Amazonas (2.011).

Além disso, foram registradas mortes no Maranhão (911), Bahia (609), Espírito Santo (560), Alagoas (406), Paraíba (327), Rio Grande do Norte (268), Minas Gerais (257), Rio Grande do Sul (213), Amapá (207), Paraná (173), Distrito Federal (154), Piauí (146), Rondônia (145), Sergipe (142), Acre (135), Santa Catarina (134), Goiás (119), Roraima (108), Tocantins (70), Mato Grosso (56) e Mato Grosso do Sul (18).

No mês de maio, os números doença quadruplicaram no Brasil, saindo de 91,6 mil casos para mais de 400 mil confirmações da covid-19. Pelo menos metade dos novos registros ocorreram nas duas últimas semanas. O aumento de diagnósticos, no entanto, não reflete a maior testagem da população. Muitos casos continuam subnotificados pela baixa capacidade de realizar exames, apontada pelo Ministério da Saúde, inclusive.

 

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