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Transferência de veículo poderá ser feita por aplicativo; aprenda como fazer
Procedimento de transferência poderá ser feito digitalmente por aplicativo Carteira Digital de Trânsito
19/02/2022 06h21 Atualizada há 4 anos
Por: Redação
CARTEIRA DIGITAL DE TRÂNSITO

O proprietário não vai mais precisar ir a um cartório para reconhecer firma da assinatura do documento na hora de vender um veículo usado. Segundo o Ministério de Infraestrutura, o procedimento de transferência poderá ser feito digitalmente por aplicativo CDT (Carteira Digital de Trânsito). É necessário ter conta no site gov.br.

De acordo com o governo federal, a estimativa é que a digitalização da assinatura esteja disponível a partir de março –ainda não há uma data confirmada.

Desde 31 de agosto do ano passado, o sistema está disponível para vendas de veículos por pessoas físicas para estabelecimentos comerciais integrados ao Renave (Registro Nacional de Veículos em Estoque).
A diferença é que a partir do próximo mês a assinatura digital poderá ser feita diretamente entre pessoas físicas.

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Atualmente, para fazer o procedimento, o proprietário que vender o veículo precisa preencher o verso do DUT, (Documento Único de Transferência), reconhecer firma em cartório e depois efetivar o procedimento no Detran (Departamento de Trânsito).

Por telefone, o atendente de um cartório na região da Consolação (centro de São Paulo) disse que o reconhecimento de firma para transferência de veículos custa R$ 19.

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Segundo o governo, a digitalização estará disponível aos estados que aderirem ao processo. Por enquanto, somente os Detrans de Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina possuem integração ao sistema.

Além disso, a transferência eletrônica só está disponível, no momento, para veículos que possuem a documentação digital, que são saídos da fábrica ou os transferidos a partir do dia 4 de janeiro de 2021. Isso porque a partir dessa data o documento de transferência de papel, o antigo DUT, passou a ser digital.

Questionado, o Detran de São Paulo não disse se deve aderir ao sistema. O departamento de trânsito paulista afirmou disponibilizar 100% o ATPV-e (Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo Digital) para os casos de registros a partir de 4 de janeiro de 2021, tanto pela internet quanto pelo aplicativo do Poupatempo. Mas depois de todo o processo é preciso entregar cópia impressa com reconhecimento de firma na unidade de atendimento.

Em São Paulo, para transferir é cobrada uma taxa de R$ 391,03 caso o licenciamento do ano em curso ainda não tenha sido realizado ou de R$ 246,17 se ele já tiver sido quitado.

Segundo a legislação de trânsito, o motorista que comprar um veículo usado tem até 30 dias para transferir a documentação para o seu nome. Quem não cumprir o prazo comete infração média de trânsito. Se flagrado, quem não cumprir o prazo é multado em R$ 130,16 e leva 4 pontos na carteira de habilitação.

Como fazer a transferência

A CDT (Carteira Digital de Trânsito) é um aplicativo em que pode se acessar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e o documento do veículo

 

          Como criar uma conta (gov.br)

 

           Como aumentar o nível de segurança da conta

 

Após acessar a conta no gov.br, clique na opção "Privacidade" e, em seguida, em "Gerenciar lista de selos de confiabilidade" e autorize o uso de dados pessoais

        Para obter nível prata por meio da carteira de motorista

 

         Para obter nível prata por meio de conta em banco

 

Em "Selos de Confiabilidade", clicar em "Cadastro via Internet Banking do [nome do banco]" e seguir os passos do banco para acessar sua conta e validar os dados por meio do acesso da conta bancária.
Se o usuário for cliente do Bradesco, por exemplo, os passos seguintes para obtenção do nível prata por meio da conta bancária serão, segundo o banco: