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O trabalho é de todos

Colunista Júlio Couto

Por: Redação
15/02/2023 às 20h27
O trabalho é de todos
Júlio Couto é professor na rede pública do estado de Minas Gerais. Graduado em Letras pela PUC Minas.

O ano escolar no estado de Minas Gerais se inicia e junto inicia se também mais um capítulo da luta dos educadores em busca de valorização e reconhecimento do bem mais precioso que uma sociedade sensata possa ter: a educação.

Embora, em maior parte sem sucesso, a busca de valorização desta bandeira parece não ter fim por parte de milhares de educadores que empenham incansavelmente a cada dia. 

Primeiramente chega ser absurdo a categoria de professores necessitarem fazer movimentos, tais como, paralisação, greve, reclamação, dentre outros para reivindicar aquilo que obviamente seria a obrigação de todos. É tarefa de todos, reivindicar, acreditar e fazer com que seja colocada em prática a dedicação e zelo total com a educação. 

Igualmente é absurdo por parte de qualquer governante esperar que isso aconteça. Chega ser vexatório um governante não ver a educação como principal linha de investimento para o trunfo em nosso país. De repente governar cidadãos qualificados possa trazer lhe receio. 

Além disso, para negativar e entristecer ainda mais, esses profissionais da educação lutam sozinhos, contra a organização do governo, em busca de qualidade no sistema. Parece que são os únicos responsáveis pela atenção na busca por qualidade na educação de todos os brasileiros.

Enfim, a verdade é que ser professor não é nem considerado uma profissão. Ser professor deve ser entendido como um dom. O que de fato é. Talvez seja por isso que esses sujeitos não recebem a real valorização que merecem. A valorização de fato não deve ser dedicada exclusivamente ao professor e sim ao sistema educacional em si. Dentro deste sistema o professor é excelência, pois faz mais que o necessário, além da teoria em torno do cargo.

Desse modo como os governantes estão tratando o sistema educacional, a nossa sociedade está condenada ao insucesso diante de um mundo cruel e competitivo. 

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Patrícia Moreira Rodrigues Há 3 anos Esmeraldas Excelente consideração.A valorização educacional e investimento em políticas públicas, poderiam mudar o mundo. E ,talvez, não seja interesse dos governantes.
AdilsonHá 3 anos ESMERALDASComo podemos ver crescimento em nosso país se a educação não é valorizada? Quando o professor for como no Japão e outros países. Teremos uma nação poderosa.
AdrianoHá 3 anos SouzaDesde a época dos homens na caverna o mundo o mundo é cruel e competitivo!
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Júlio Couto é professor na rede pública do estado de Minas Gerais.
Graduado em Letras pela PUC Minas.
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