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Para o bem de todos

Colunista Júlio Couto

Por: Redação
19/05/2023 às 19h24
Para o bem de todos
Júlio Couto é professor na rede pública do estado de Minas Gerais. Graduado em Letras pela PUC Minas.

A nossa estruturação política é muito interessante no sentido de como se organizam aqueles que buscam o poder ou a ele está atrelado. Dois fatores marcantes e louváveis que não é possível ser negado por parte de nenhum cidadão. Estes fatores estão diretamente relacionados a possibilidade da rotatividade na ocupação de cargos políticos e existência dos chamados grupos de oposição, seja de qual linha de pensamento for.

O grupo o qual oponente não tem, estando no poder certamente encontra facilidade para desenvolver seus projetos e planos políticos. Além de ser bastante interessante e confortável para o governante, pois a ele é facilitado e muito os trâmites burocráticos. 

Imagine só, um chefe do executivo o qual tem realmente o objetivo de seguir as diretrizes em torno da política, seja de qual nível de governo este político for, não tendo ele um legislativo como oposição, ou caso tenha membros neste poder, estes pensam de fato no bem comum. A felicidade do coletivo é enorme. E esta felicidade se estende aos demais cidadãos, pois estes têm ali a certeza da agilidade e celeridade de projetos de governo em torno do bom funcionamento dos serviços públicos e com a real qualidade da qual todos almejam. 

Este raciocínio está apenas no campo da imaginação, pois é sabido que a máquina política não funciona desta maneira como de fato teria coerência. De maneira geral, no campo político, a busca pelo poder está bem mais destacada em relação ao plano de governar para o bem comum. Tanto os cargos do executivo quanto do legislativo são formados por pessoas das quais nem sempre têm olhares totalmente voltados para o povo.

Imagine também, o governo mal-intencionado e que não tem oposição ao seu governo. Imagine também, um desalmado assim e que além de não ter oposição, seu mandato não vencesse. A infelicidade e tristeza de toda a população seria destacada, pois não teria aqueles grupos oposicionista ligados a fiscalização e crítica dos possíveis malfeitos.

Desta maneira, é possível entender que o fato de estarmos em um país pautado pela democracia temos a oportunidade em corrigir o erro cometido nas urnas e também reforçar o acerto. 

Do mesmo modo, a atuação da chamada oposição pode auxiliar bastante a população em questões, tais como, fiscalização, negociação de projetos de interesse coletivo, inibição a situação em cometimento de má ação, investigação de possíveis desvios de conduta, dentre outros. 

Por fim, o sujeito que se volta para atuação na instituição política deveria primeiramente entender que sua capacidade intelectual deve se voltar para o desenvolvimento e centralização em torno qualidade de vida de todos.

 

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