Imagine se na ocupação de cargos políticos não tivesse os chamados grupos de oposição. Como seria o tamanho do estrago que poderia ser deixado por aqueles sujeitos lesivos ocupantes de cargos de comando. A oposição atua como um fiscal que se posiciona em favor do fazer cumprir as regras de boa conduta. Funciona como um fator inibidor para aqueles males intencionados.
O rombo é destacado principalmente por aqueles cargos e espaços oriundos do poder executivo.
Além disso, não parece ser nenhuma novidade para alguém bem informado perceber que após o final de um período que se encerra um mandato de um governante, principalmente nas esferas estadual e federal, sempre surgir os famosos e admiráveis malfeitos realizados pelo agente ou por alguém bastante ligado a sua equipe de comando e atuação.
E é nesse momento que o trabalho da oposição tem destaque em relação à investigação e divulgação para a sociedade de tais desvios de conduta por parte daqueles que antes estavam usufruindo e até usurpando no poder.
É visível e notado que a oposição na maioria das vezes está a serviço da busca de poder, mas nesta busca está também a vigília em torno das falhas de gestores em relação aos bens públicos.
Várias informações ligadas as mazelas existentes no poder político são apresentados à sociedade, mas tudo nos leva a crê que essas informações são parte daquilo que por algum motivo é vazado para o povo. Talvez a realidade tem muito mais a dizer, mas camuflagem é necessária para o bem em torno da interação entre alguns pares.
Por fim, independente do tamanho da revelação feita, ela certamente foi impulsionada por atuação da oposição e de servidores públicos de carreira que não têm seus cargos atrelados a nenhum político.