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Em torno da maquiagem

Colunista Júlio Couto

Por: Redação
04/10/2023 às 21h44 Atualizada em 04/10/2023 às 21h48
 Em torno da maquiagem
Júlio Couto é professor na rede pública do estado de Minas Gerais. Graduado em Letras pela PUC Minas.

Parece que o estado de Minas Gerais está caminhando para um endividamento sem fim. O atual governador sempre que oportuno prega que o estado está nos trilhos, mas isso parece não ser uma fala verídica. 

A cada noticiário trazido por responsáveis veículos de comunicação sobre as condições financeiras do estado é demonstrado que o atual governo aumentou e muito o deficit nos cofres público durante o período em que está à frente da administração.
Ao comparar o atual governo ao governo passado é possível perceber e entender que na atual administração a saúde financeira deveria está bem melhor que a passada.

Fatores que valem bastante para a reflexão e concluir se a atual administração realmente está sendo eficiente no cuidado com a saúde financeira do estado. Um exemplo ilustrativo para ser analisado diz respeito ao recebimento de uma quantia muito robusta de dinheiro vindo da companhia Vale, empresa culpada por desastres ambientais no estado mineiro.

Outro fator que não pode deixar de ser observado é o fato de o governo passado no final de seu comando conseguiu junto ao poder judiciário a suspensão do pagamento da dívida com a União e quem está sendo beneficiado com está suspensão é a administração vigente. 

Dentro da atual conjuntura é possível nos atentar para o tamanho do rombo que este governo deixará para os mineiros em um futuro próximo. 

É sabido que a suspensão da dívida terá o seu fim e será necessário ao estado o pagamento deste montante e assim os serviços públicos poderá até ser colocado em risco. O correto e mais coerente seria o pagamento da dívida aos poucos como estava sendo feito pelos governos passados e assim o seu fim chegaria mais rápido, assim  evitando surpresas desagradáveis e comprometedoras dos serviços essenciais públicos.

Desta maneira como o estado está sendo gerido não há demonstração de nenhum mérito e eficiência em relação excelência em administração atualmente, como o atual mandatário diz ser.
Por fim, é preciso entender que a maquiagem não seria recomendada em informações ligadas aos cofres públicos, pois a realidade existe, a conta chegará e alguém terá que pagá-la. E este alguém, sem dúvida será o povo.

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