A tarefa relacionada à luta por uma educação de qualidade onde esta qualidade atinja a todos e de maneira igualitária parece uma realidade que jamais chagará ao fim. Isso porque contra esta busca há de modo atuante, forças propositais e antagónicas em ação lutando contra aqueles atores que desejam uma educação emancipadora da sociedade.
O agravante nessa situação é que o empurrão contra vem do meio político, setor este que em tese seria o ponto de partida para o sucesso do sistema educacional. Lutar contra os mandos políticos é uma batalha que já se inicia com teor de derrota, pois são nos poderes políticos que são ditadas as regras que regem a todo o nosso sistema da condução educacional. E como o poder político por meio de seus agentes não tem interesse em se organizar em prol de uma valorização da educação o insucesso do futuro da nação brasileira caminha a passos largos.
A educação pelo que parece nunca foi e nem será prioridade dentre as pautas dos governantes de nosso país. Fosse diferente não seriam comuns às históricas e rotineiras manifestações por parte de educadores que sempre estão lutando por situação que na verdade é muito mais uma pauta de toda a nação do que em benefício próprio da categoria dos docentes.
Muitas vezes o duelo entre professores e governo é simplesmente em busca do cumprimento de regras que outrora foi conquistada pela categoria dentro das leis e o governante insiste em não cumpri-las.
Desta maneira à prática de manipulação de regras que favorecem aos governantes estão cada vez em evidência e isso ajuda na exaltação dos poderosos que permanecem no poder. De maneira contrária o futuro da população está cada vez mais voltado para ser tornar a massa de manobra daqueles que de fato participam dos pequenos grupos que possuem uma estrutura relacionada à educação de qualidade.