O ser humano desde sempre necessitou e precisou de buscar o seu aprimoramento por meio de conhecimento adquirido e organizado por uma estrutura capaz de criar oportunidade para um grupo de pessoa cada vez mais abrangente. A construção do conhecimento acontece de variadas maneiras e em variados lugares, por meio da interação entre as pessoas.
Claro que a construção se dá a todo momento entre as pessoas, mas a necessidade de sistematização deste saber visando um padrão mínimo de aprendizado demonstrou uma demanda coesa visando a inserção do coletivo de maneira igualitária no sistema de ensino. Neste sentido fica claro que para se ter um padrão de ensino e oportunidades na aprendizagem para as pessoas de fato há obrigação de uma organização visando a preparação do sujeito para os desafios em que o mundo impõe a cada dia. E neste contexto não resta dúvida que a escola seja a instituição responsável e mais capacitada para transmitir o saber por meio de técnicas organizadas e eficientes.
Por ser a escola a instituição capaz de fazer a transformação na vida das pessoas, onde cada sujeito que por ela passar terá condições de acessar a construção do conhecimento através de ações de seus professores, deveria esta instituição ter a atenção total de todos, principalmente por parte dos governantes que deveriam a todo momento demonstrar de maneira prática investimentos de forma adequada e correta para que a humanidade tenha sucesso em todos os sentidos ligados ao bem estar. A atenção dada à escola, por parte dos governantes, não é nem de longe aquela adequada para o melhor desenvolvimento na vida das pessoas, e, consequentemente a evolução do país em si.
Um país onde seus professores precisam organizar movimentos voltados para reivindicação junto aos governantes em busca de uma estrutura digna e direcionada em favor do próprio país, não tem nada a ver com um país sério que se dedica na preparação de seus membros visando melhor qualidade de vida para todos.