Cultura MUSEU BARRO PRETO
Jornalista Helton Santos visita Museu do Quilombo Barro Preto e resgata memórias vivas da comunidade  
Histórias de vida, raízes e tradições são contadas por moradores que representam a essência do Fest Afro 2024  
17/11/2024 15h44 Atualizada há 1 ano
Por: Redação

O jornalista Helton Santos esteve na tarde deste domingo (17/11),  no Museu do Quilombo Barro Preto, localizado na sede da Associação Comunitária do Quilombo, em Santa Maria de Itabira (MG). O espaço, que preserva a memória e a cultura afro-brasileira, é um ponto de conexão entre gerações, onde lembranças e histórias ganham vida por meio de depoimentos de moradores que carregam no coração as raízes de sua ancestralidade.  

Entre os entrevistados, o Sr. Antônio Luciano, conhecido como Tio Antônio, compartilhou sua jornada. Nascido no Indaiá, comunidade quilombola próxima ao Barro Preto, e criado na localidade do Paiol até os 10 anos de idade, ele mora no Barro Preto desde 1952, quando seu pai decidiu mudar-se para lá. Tio Antônio é um exemplo vivo da riqueza cultural da comunidade.  

A Sra. Graciana, 74 anos, irmã de Tio Antônio, também relembrou suas memórias. Nascida no Paiol e residente no Barro Preto desde 1952, ela destacou a importância de preservar a história e as tradições locais.  

Continua após a publicidade

Dona Maria das Graças, ou simplesmente Dona Gracinha, 70 anos, contou com alegria sua trajetória. Nascida em uma localidade próxima ao Quito, mudou-se para o Barro Preto aos seis anos e vive ali até hoje. Casada há 49 anos com o Srº Sebastião conhecido como "Bastiãozinho" ou "Brizola", com nove filhos e 14 netos, Dona Gracinha é uma matriarca que inspira respeito e carinho.  

Outra figura emblemática é a Sra. Maria Aparecida, 67 anos, nascida no Quilombo Barro Preto, onde construiu sua vida. Casada e mãe de quatro filhos, ela trouxe descontração à conversa ao se lembrar, com um sorriso tímido, de seus 11 netos.  

Continua após a publicidade

Clenilda, secretária da Associação Quilombola, destacou sua conexão com as raízes da comunidade. Mesmo criada fora do Barro Preto, ela sempre manteve seus laços com o quilombo e hoje contribui para a preservação da história local, casada e residindo no Barro Preto há 20 anos.  

O bate-papo descontraído com Helton Santos reafirmou a importância de iniciativas como o Fest Afro 2024, que valorizam a cultura e a memória afro-brasileira. O Museu do Quilombo Barro Preto não apenas guarda objetos, mas também dá voz às pessoas que fazem parte dessa rica história, fortalecendo a identidade de um povo que tem muito a contar.  (Veja o vídeo a seguir)

 

 
 
 
 
 
Ver essa foto no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Uma publicação compartilhada por Plantão Santamariense (@plantaosantamariense)

 

 

 

Diego Jorge Correspondente Bancário - Especialista em crédito para BPC-LOAS inclusive beneficiário Menor de Idade