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Convicção
Momento de reflexão por parte de todos, mas não há muito o que fazer.
27/11/2024 20h05
Por: Redação
Júlio Couto é professor na rede pública do estado de Minas Gerais. Graduado em Letras pela PUC Minas.

O Processo eleitoral brasileiro a nível municipal encerrou se há alguns dias e desta maneira já é possível aos eleitores fazerem um balanço preliminar sobre as suas escolhas, tanto para o cargo executivo e também ao posto legislativo. Este período que antecede a nova legislatura é bastante adequado aos eleitores uma reflexão relacionada aos nomes eleitos e se o seu candidato está dentre aqueles que serão os responsáveis por conduzirem o município pelos próximos quatro anos.

Neste sentido, ao eleitor cabe também se perguntar se acredita que fez a melhor escolha para os cargos de prefeito e vereador, se a suas escolhas partiram de sua convicção ou vieram por meio de influência de outros. Aos eleitos cabem refletir sobre o número de votos recebidos e estes votos estavam em seus planos, se já tinham uma base consolidada de apoio, se o seu passado como pessoa pública foi o responsável pela conquista dos votos a seu favor.

Interessante também aos futuros prefeitos e vereadores questionarem a si mesmo se estão realmente preparados para ocuparem os cargos nos quais foram escolhidos e se são capazes de exercerem as verdadeiras funções que em tese os cargos demandam. Mais importante de que ser eleito é o exercício do mandato com a sua nobreza ligada a arte de administrar para o bem comum.

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A indagação se faz justa e necessária, pois quase todas as funções ligadas a alguma atividade, seja ela pública ou privada, as pessoas para estarem em seu exercício precisam de preparação e a todo momento passam por provas de teste.

Deste modo, é coerente também aos ocupantes de cargos políticos, principalmente àqueles de maiores destaques, a buscar pelo melhor preparo visando o seu bom desempenho em favor do coletivo. Visto que todos os demais setores da sociedade giram em torno dos mandos políticos.

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