Chuva SITUAÇÃO EMERGÊNCIA
Minas tem 16 cidades em situação de emergência por causa da chuva
Com o decreto reconhecido pelo Estado, as cidades têm facilidade na captação de recursos estaduais e federais para a reconstrução das estruturas danificadas pelas chuvas.
04/12/2024 01h48 Atualizada há 1 ano
Por: Redação
Chuva em Minas Gerais — Foto: Prefeitura de Carmo de Minas

Dezesseis cidades de Minas Gerais estão em situação de emergência, por causa do período chuvoso. Dez são da região Leste de Minas. (Veja a lista abaixo)

No último dia 24, a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) divulgou a informação de que 13 cidades estavam em situação de emergência no estado. Além disso, o mesmo comunicado dizia que 140 pessoas foram desabrigadas e 293, desalojadas.

Em novo comunicado, a Cedec atualizou os dados e acrescentou outros três municípios, esses novos do Leste de Minas, entre eles Virgolândia, que sofreu com as chuvas no último dia 21.

Continua após a publicidade

Situação de emergência é o reconhecimento (legal) pelo poder público de situação anormal, provocada por desastres, causando danos à comunidade afetada.

A partir deste reconhecimento, os municípios estão aptos a solicitar recursos federais e estaduais para ações de Defesa Civil, como assistência humanitária, reconstrução de infraestruturas e restabelecimento de serviços essenciais.

Continua após a publicidade

Veja os municípios:

  1. Virgolândia
  2. Novo Oriente de Minas
  3. Ouro Verde de Minas
  4. Franciscópolis
  5. São Geraldo do Baixio
  6. São José da Safira
  7. Carlos Chagas
  8. Alfenas
  9. Conselheiro Pena
  10. Tapira
  11. Uberaba
  12. Guaranésia
  13. Rochedo de Minas
  14. Mendes Pimentel
  15. Galileia
  16. Brasópolis

Primeira morte do ano

A primeira morte no estado por causa da chuva foi registrada na madrugada do último domingo (24) em Uberlândia, na Região do Triângulo.

A vítima é Jhei Soares Martins, de 28 anos, que saiu do carro que estava sendo alagado e, após uma batida com outro veículo, foi arrastada pela enxurrada e morreu afogada.

Ela estava com o marido na Avenida Rondon Pacheco quando o carro deles começou a alagar. Um vídeo mostra a cena, gravada por uma mulher que estava em um restaurante na via.

Ela foi arrastada por cerca de 300 metros e chegou a ser reanimada pelo marido e pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu.

Segundo informações do Instituto Médico Legal (IML), Jhei morreu por afogamento e politraumatismo.

A Defesa Civil informou que em 15 minutos choveu mais de 50 milímetros, e que a chuva foi forte e rápida.