
Recentemente circulou pela internet um vídeo no qual uma pessoa que aparentemente tinha bastante conhecimento ligado ao campo político partidário, afirmava que uma estratégia em torno do fortalecimento da possível candidatura do vice-governador de Minas Gerais ao cargo máximo do legislativo estadual estava avançando. Este avanço tem muito a ver com o enfraquecimento de um possível potencial candidato, também ao cargo de governador do estado.
Sendo verdade ou não, sabe-se que a afirmação daquele sujeito trata se de uma situação muito comum praticada por pessoas em busca da conquista de poder. Migrar de um grupo ou partido político para outro que em tese seria do campo oposicionista não é nenhuma novidade, e, sim estratégias adotadas por políticos que em primeiro lugar visam a eleição em detrimento da defesa de seus ideais. Para aqueles que acompanha a prática exercida na política brasileira sabe que a rotatividade de candidatos nos partidos políticos é uma prática antiga e conveniente entre os postulantes que buscam a todo custo a conquista e permanência no poder.
Neste sentido, caso seja fato que o vice-governador planeja fazer parte do partido do poderoso Gilberto Kassab seria de imediato uma derrota para o ex-presidente do Senado que postula uma candidatura ao executivo estadual pelo Partido Social Democrático, do qual faz parte.
Apesar de não ser um candidato naturalmente de oposição ao governo estadual, o senador mineiro tem as portas abertas em outras legendas afins e também conta com a intenção declarada de apoio do presidente da República, mas com a sua necessidade de abandonar o seu atual partido pode interferir diretamente e negativamente sobre a disputa nas urnas.