A escalada de conflitos entre nações torna-se cada vez mais evidente, impulsionada, sobretudo, por potências que detêm hegemonia econômica e militar. Tais investidas contra países subdesenvolvidos ocorrem de forma sistemática e rotineira, não deixando espaço para reação, nem possibilidade de correlação de força.
A busca incessante pelo poder e o desejo crescente pelo domínio de riquezas estão levando à destruição de pessoas que, de maneira geral, não têm nenhuma relação direta com tais aspirações. Sob falsas justificativas — voltadas a oportunizar condições libertárias e a autonomia dos indivíduos —, chefes de potências ordenam invasões desumanas e destroem outras nações. O pior de tudo é que, apesar do número quase incontável de vidas perdidas neste tipo de ação, há, por todas as partes, apoiadores desta catástrofe; assim, a poderosa nação permanece, a cada dia, sendo vista como bem-sucedida. Sem contar que, até então, ninguém conseguiu barrar as atrocidades cometidas. A grande potência agride os demais de todas as formas e ainda se vinga quando tem alguma perda durante o confronto.
Por fim, da maneira como atualmente está acontecendo mundo afora em questões ligadas à guerra, tudo leva a crer que as pequenas potências tendem a perder a soberania, serem agregadas às grandes potências ou simplesmente desaparecerem do planeta. Essa situação poderá apontar, inclusive, para o fim da humanidade.