Polícia PAI DE SANTO
Pai de santo é preso em Belo Horizonte suspeito de crimes sexuais contra adolescentes
Polícia Civil cumpriu mandado de prisão preventiva no bairro Castelo; investigação aponta ao menos oito possíveis vítimas e apura fatos ocorridos em centro religioso no bairro Lagoa
12/06/2026 21h12 Atualizada há 3 meses
Por: Diego Jorge Fonte: PCMG
Foto: Imagem ilustrativa utilizada para contextualização da reportagem.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, nesta sexta-feira (12/06), em Belo Horizonte, um homem de 46 anos que atua como pai de santo e é investigado por suspeita de crimes sexuais contra adolescentes.

A prisão preventiva foi cumprida no bairro Castelo, na capital mineira. De acordo com a Polícia Civil, as investigações tiveram início após uma denúncia recebida pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) da região Noroeste de Belo Horizonte.

Segundo a apuração policial, os fatos investigados teriam ocorrido em um centro religioso localizado no bairro Lagoa, na região de Venda Nova. A investigação aponta que o suspeito utilizava sua posição de liderança religiosa para se aproximar de jovens frequentadores do local.

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Conforme informações divulgadas pela Polícia Civil, pelo menos oito possíveis vítimas já foram identificadas. Os investigadores não descartam a possibilidade de surgirem novos relatos, uma vez que o suspeito atuava há vários anos na instituição religiosa.

Durante o cumprimento dos mandados, policiais civis apreenderam um aparelho celular, notebook, pendrives e documentos que poderão auxiliar no andamento das investigações.

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Ainda segundo a Polícia Civil, testemunhas e frequentadores do centro religioso foram ouvidos ao longo da apuração. Os relatos colhidos pela investigação indicam que algumas vítimas relataram medo do investigado devido à influência que ele exercia dentro da comunidade religiosa.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Minas Gerais. O inquérito deverá reunir novas provas e depoimentos para esclarecer os fatos e definir os possíveis enquadramentos criminais.

Até o momento, a defesa do investigado não havia se manifestado publicamente sobre as acusações.

 

 
 
 
 
 
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