Visconde do Rio Branco, na Zona da Mata mineira, viveu momentos de terror na tarde desta terça-feira, 23 de junho. Um homem matou pelo menos quatro pessoas em uma sequência de ataques a facadas registrada por volta das 14h40, na Avenida Presidente Arthur Silva Bernardes, no bairro Coronel Joaquim Lopes.
Segundo informações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), entre as vítimas fatais estão uma mulher e três homens, que seriam vizinhos do autor dos ataques. Além das mortes confirmadas, uma quinta vítima ficou ferida e foi encaminhada para atendimento médico. O estado de saúde foi informado como estável.
De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas para conter a ocorrência e localizar o agressor. Durante a intervenção policial, o homem foi baleado e neutralizado pelos militares. Ele foi socorrido pelos próprios policiais e encaminhado ao Hospital São João Batista, mas, conforme informou a unidade de saúde, já chegou ao local sem vida.
A Polícia Militar informou que uma das hipóteses analisadas é a de que o autor tenha sofrido um surto psicótico. No entanto, a motivação do ataque ainda não foi esclarecida e será apurada pela Polícia Civil.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram momentos de tensão durante a ocorrência e a movimentação das forças de segurança pela cidade. O material tem sido analisado pelas autoridades e deverá auxiliar na reconstrução da dinâmica dos fatos.
Relatos divulgados após o crime identificam o autor como Igor Moreira. Entretanto, informações sobre possíveis antecedentes criminais ou outras circunstâncias relacionadas ao caso ainda dependem de confirmação oficial por parte das autoridades responsáveis pela investigação.
A rápida atuação da Polícia Militar foi fundamental para interromper a sequência de ataques e evitar que mais pessoas fossem atingidas. O episódio causou forte comoção entre moradores de Visconde do Rio Branco e repercutiu em diversas cidades da região.
A perícia da Polícia Civil esteve no local realizando os trabalhos técnicos necessários para a coleta de evidências. Os corpos das vítimas foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML).
Até a publicação desta reportagem, as identidades das vítimas não haviam sido divulgadas oficialmente. O caso segue sob investigação.