Polícia PRISÃO PREVENTIVA
Suspeito de matar estudante de medicina tem prisão preventiva decretada pela Justiça em Barbacena
Decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (29); investigação do caso continua em andamento
29/06/2026 19h06 Atualizada há 3 meses
Por: Diego Jorge
Gustavo Dutra Lima, 24 anos, investigado no caso, teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva pela Justiça durante audiência de custódia realizada em Barbacena.

A Justiça converteu em prisão preventiva a prisão em flagrante de Gustavo Dutra Lima, de 24 anos, investigado pela morte da estudante de medicina Letícia Morais Vasconcelos Rodrigues, de 40 anos, em Barbacena, na região do Campo das Vertentes. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (29), pela 2ª Vara Criminal de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Barbacena.

A prisão preventiva é uma medida cautelar que mantém o investigado detido durante o andamento das investigações e do processo judicial, mediante decisão fundamentada da Justiça.

Gustavo havia sido preso em flagrante no município de Bom Jardim de Minas, após ser apontado pelas autoridades como suspeito de envolvimento na morte da estudante. No momento da abordagem, segundo informações divulgadas pelas forças de segurança, ele estava com a carteira da vítima e cartões bancários em nome dela.

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Vítima: Letícia Morais Vasconcelos Rodrigues, 40 anos, estudante de Medicina.

 

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O caso ganhou repercussão após Letícia ser encontrada morta dentro do apartamento onde morava. Amigos e pessoas próximas estranharam a falta de contato da estudante, considerada incomum. Após tentativas sem sucesso de comunicação, familiares e conhecidos foram até o imóvel, onde a vítima foi localizada sem vida.

As investigações apontam que Letícia e o investigado teriam estado juntos em um evento na noite anterior ao crime. A Polícia Civil também informou que a vítima havia registrado anteriormente um boletim de ocorrência relatando uma suposta ameaça atribuída ao então companheiro.

A motivação e as circunstâncias do crime seguem sendo apuradas pela Polícia Civil. Até o momento, não há condenação judicial, e a defesa do investigado poderá apresentar sua versão dos fatos no decorrer do processo.

 

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