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A quebra do vício

Colunista Júlio Couto

Por: Redação
17/04/2024 às 20h12
A quebra do vício
Júlio Couto é professor na rede pública do estado de Minas Gerais. Graduado em Letras pela PUC Minas.

Este é o ano em que a população terá novamente a responsabilidade de eleger os seus representantes mais importantes dentro do cenário político municipal. Cabe a cada eleitor examinar os nomes que estarão à disposição nas urnas e de maneira coerente fazer a sua escolha no sentido de beneficiar à administração pública. 

Desta maneira, o coerente e adequado a cada cidadão eleitor, na prática, é fazer a escolha de pessoas preparadas para estarem à frente dos cargos de vereador e prefeito. A escolha dos eleitores para estes postos não deveria, na racionalidade, ser nomes de alguns políticos que simplesmente lhes trouxeram, terão a possibilidade ou promessa de lhes trazerem alguns benefícios próprios. A escolha de representantes para os cargos dos poderes legislativo e executivo municipal deve estar totalmente voltada para os interesses de toda a população, visando o bem-estar de todos. 

Da mesma maneira, os candidatos eleitos aos cargos eletivos não deveriam, no exercício da função, direcionar benefícios a apenas aos cidadãos responsáveis pela sua eleição. A ação de um agente público deve estar totalmente direcionada ao exercício da arte de governar, e, governar para o bem comum.

Este vício que há na nossa administração pública, onde é visível o chamado “toma lá, dá cá”, deveria ser banido por iniciativa de toda a população e principalmente por parte daqueles detentores do poder. Com esta prática existente, o funcionamento da máquina pública fica deficiente e toda a população perde a oportunidade de terem os serviços de qualidade. 

Neste mesmo sentido, o político eleito fica sem condições de atender a população de modo geral, pois o recurso uma vez fatiado fica insuficiente e interfere negativamente no montante para o atendimento coletivo. 

Assim sendo, os candidatos e eleitores ficam em situações desconfortáveis, pois há uma certa dependência entre um com outro. O eleitor vota no candidato esperando dele um benefício para si ou para os seus parceiros e o candidato oferece o benefício ao eleitor para não perder o seu voto para outro candidato.

Por fim, é necessário e urgente o trabalho de conscientização política de toda a população, pois desta maneira no futuro teremos a oportunidade de termos melhores representantes em todas as instâncias de governo. Além disso, uma população bem assistida da maneira como de fato necessita pode se tornar realidade.

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