
A filósofa e historiadora Aida Cruz morreu na sexta-feira (15/5), aos 63 anos, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. A informação causou comoção entre profissionais da educação, alunos e integrantes do meio acadêmico da região.
Com trajetória dedicada ao ensino, à pesquisa e à formação humana, Aida Cruz atuou como professora e mestra em instituições de ensino superior nas cidades de Uberlândia, Araxá, Patos de Minas e Caldas Novas, em Goiás. Ao longo da carreira, também desenvolveu trabalhos ligados ao atendimento humanizado em instituições de saúde, além de atividades interdisciplinares e produção científica.
Reconhecida pelo compromisso com a educação e pela valorização do pensamento crítico, a educadora construiu uma carreira marcada pela atuação em projetos acadêmicos e pela contribuição na formação de diferentes gerações de estudantes.
Natural de Araxá, Aida morava em Uberlândia, onde consolidou grande parte de sua vida profissional e pessoal. Familiares, amigos, colegas e ex-alunos destacaram nas redes sociais o legado deixado pela professora e sua dedicação à área educacional.
Ela deixa o marido, Hélio Cruz, e os filhos, Diogo e Lincoln Lima Cruz.
O velório e o sepultamento serão realizados no Cemitério e Crematório Parque dos Buritis, em Uberlândia. Os horários ainda seriam definidos pela família até a publicação desta reportagem.