
Uma manicure de 37 anos foi morta a tiros na noite desta segunda-feira, 17/08, enquanto atendia uma cliente no salão onde trabalhava, instalado na própria residência, na rua Zamiro Nelson de Souza, no bairro Funcionários, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
O crime aconteceu por volta das 19h30. De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima, Silvani Paulino, estava acompanhada da filha, de 17 anos, quando o marido, também de 37 anos, teria chegado ao imóvel.
Ainda conforme o relato registrado pela Polícia Militar, o homem teria apagado a luz do ambiente e, em seguida, efetuado diversos disparos contra a mulher. A vítima foi atingida por seis tiros nas costas.
Após os disparos, o suspeito teria deixado o local em um veículo Fiat Siena, de sua propriedade, que estava estacionado na rua. Equipes policiais realizaram buscas na região, mas ele não havia sido localizado até o registro da ocorrência.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Samu, foi acionado, porém Silvani já estava sem vida. A perícia da Polícia Civil de Minas Gerais esteve no endereço e realizou os trabalhos necessários para auxiliar na investigação.
O imóvel possuía câmeras de segurança. Familiares relataram aos policiais que o suspeito teria apagado as imagens por meio de um aplicativo instalado em seu celular.
Durante a ocorrência, entretanto, os militares localizaram um gravador digital de vídeo, conhecido como DVR, que pode conter registros do momento do crime ou de acontecimentos anteriores e posteriores. A família foi orientada a preservar o equipamento para que o material possa ser analisado durante a investigação.
Até o momento, não foram esclarecidas as circunstâncias que teriam motivado o ataque. Familiares e amigos ouvidos no local também não souberam apontar uma possível razão para o crime.
Segundo informações levantadas pela Polícia Militar, não havia histórico conhecido de violência doméstica envolvendo o casal. Os dois tinham três filhos. O homem estaria desempregado e realizava trabalhos informais como eletricista.
O caso está sob investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, que deverá reunir depoimentos, laudos periciais, eventuais imagens de segurança e demais elementos capazes de esclarecer a dinâmica do homicídio.
Embora o marido seja apontado no boletim de ocorrência como suspeito, a responsabilidade criminal somente poderá ser definida após a conclusão das investigações e eventual decisão da Justiça. Até o momento, ele não foi localizado.
A fuga após um crime dessa gravidade, caso confirmada, reforça a necessidade de uma resposta rápida das autoridades e da colaboração de quem possa ter informações relevantes sobre o paradeiro do investigado.
Qualquer pessoa que tenha informações que possam contribuir para a localização do suspeito ou para o esclarecimento do homicídio deve procurar as autoridades policiais e repassar os dados pelos canais oficiais de denúncia.
Informações como localização, veículo utilizado, possíveis esconderijos ou movimentações suspeitas podem ser fundamentais para o avanço da investigação.
A orientação é não tentar abordar ou confrontar o suspeito. Quem tiver informações deve comunicá-las às autoridades, preservando a própria segurança e permitindo que a Polícia faça o trabalho de localização e investigação.
A Polícia Civil segue apurando o caso para esclarecer todas as circunstâncias da morte de Silvani Paulino e identificar as responsabilidades pelo crime.
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