
Quem foi o culpado? A pergunta ecoa desde 2021, mas a resposta nunca chegou. Para uns, foi a força da natureza; para outros, uma tragédia anunciada.
Enquanto isso, a memória resiste nos nomes gravados nas pontes e nas histórias contadas .
Capítulo 18
Em meio ao luto, surgiu a pergunta que ecoa até hoje: quem foi o culpado? Mas a resposta nunca veio.
Para alguns, foi a força da natureza. Para outros, uma negligência esquecida nos relatórios de risco.
A justiça, para muitos, está no nome das pontes. Está na escola onde as crianças aprenderam o que é travessia. Está no livro que você, leitor, tem em mãos.
Mas há também o silêncio. O silêncio das autoridades. O silêncio dos processos parados. O silêncio de quem perdeu e nunca foi ouvido. E é contra esse silêncio que esta obra se levanta.
Porque lembrar é, também, um ato de justiça.
"Amanhã, abrimos mais uma página que o tempo não conseguiu apagar."