
Alguns nomes viram rua. Outros, monumento. Mas há os que se transformam em memória viva.
Neste capítulo, Santa Maria de Itabira mostra que não quis esquecer: homenageou Dedé e Nivaldo com concreto, mas o que permanece é sentimento.
Dois nomes que agora atravessam o tempo junto com a cidade.
Leia abaixo.
Capítulo 13
Santa Maria de Itabira escolheu não esquecer. Por isso, gravou em concreto dois nomes que representam todos os outros: Aparecido Beato, o Dedé, na passarela. Nivaldo Gonçalves, na ponte central.
Esses nomes, agora permanentes, são marcos da travessia. São mais do que homenagens — são memória viva.
Quem passa por ali, todos os dias, lê esses nomes sem dizer em voz alta. Mas sente. Porque sabe que ali não se trata apenas de obras públicas. São símbolos de vidas que atravessaram a história de uma cidade.
O projeto proposto por um vereador teve apoio popular. E hoje, sem precisar de discursos políticos, fala mais alto do que qualquer placa inaugurada em silêncio. São monumentos que nos dizem: aqui, viveu alguém que merece ser lembrado.
Porque nem tudo foi dito… amanhã tem mais um capítulo.